Modelos de treinamento intervalado

Em 1999, a fisiologista e professora Veronique Billat publicou um estudo no qual, em apenas quatro semanas, conseguiu obter um incremento do Limiar de Lactato, do VO2max e da economia de #corrida através da proposição de um programa semanal de treinamento de 6 dias com quatro sessões leves, uma de vVO2max e uma de LimiarContinuar lendo “Modelos de treinamento intervalado”

Modelo biopsicossocial da fadiga

Tenho participado dos PRO Webinars elaborados pela treinadora Chlöe Lanthier. No último entitulado “A Ciência da Fadiga” foram abordados os conceitos sobre fadiga, suas causas e como podemos treiná-la. Nessa breve explicação, procurei realizar um resumo do conteúdo apresentado por Lanthier. Boa leitura. Costumamos confundir a fadiga com exaustão. Enquanto a exaustão seria a inabilidade de sustentarContinuar lendo “Modelo biopsicossocial da fadiga”

Exercício, imunidade e COVID-19

O Prof. Dr. Renato Alvarenga fez uma série de considerações a respeito a prática de exercício físico e sua provável interferência na atuação do sistema imunológico. Nesse texto, procurei sintetizar suas considerações. Boa leitura. De início precisamos entender como as células exterminadoras naturais ou NK (do inglês Natural Killer Cell) — um tipo de linfócitos citotóxicosContinuar lendo “Exercício, imunidade e COVID-19”

Exercício, envelhecimento e saúde

A grande maioria da população anseia viver por muito tempo. Mas envelhecer sem saúde ou qualidade de vida, dependendo de outrem para realizar suas atividades diárias não é bom para ninguém. Deveríamos buscar a alternativa mais sensata que inclui uma alimentação balanceada e a prática regular de exercícios físicos. Os professores Renato Alvarenga e LeonardoContinuar lendo “Exercício, envelhecimento e saúde”

Bom humor

A fadiga mental é um estado psicobiológico causado por períodos prolongados de atividade cognitiva e é caracterizada por uma combinação de manifestações subjetivas, comportamentais e fisiológicas específicas. Van Cutsem e colaboradores (2017) publicaram uma revisão sistemática sobre o assunto visando desvendar se o cansaço mental prejudicaria o desempenho físico, procurando criar uma visão geral dosContinuar lendo “Bom humor”

Correr é para todos. Maratona não!

Segundo St. Pierre, em um corredor que tem um pace médio entre 3:45 e 2:30 min/km, a sua cadência pode variar entre 190 e 210 ppm. Já segundo Lieberman, dependendo de como o pé aterriza no solo a cada passo (antepé ou retropé), a força de reação do solo (FRS) pode variar entre 1,5 aContinuar lendo “Correr é para todos. Maratona não!”

Um passo de cada vez

Só somos bípedes, caminhamos e corremos sobres esses dois pés graças a adaptações evolutivas que se iniciaram há cerca de 4 milhões de anos. Dentre as mais importantes, membros inferiores mais longos, rotação medial do eixo do fêmur, flexão dos joelhos, movimento pendular dos membros inferiores com mudança de centro de rotação, grandes e chatosContinuar lendo “Um passo de cada vez”

Doping por vaidade

Para quem não sabe a Eritropoietina ou EPO, também conhecida por hemopoetina é produzida por fibroblastos intersticiais nos rins e em células perisinusoidais no fígado, predominando a produção renal durante a idade adulta. A EPO é responsável por controlar a produção de glóbulos vermelhos, garantindo o transporte de oxigênio para as células do corpo. AContinuar lendo “Doping por vaidade”

Re.si.li.ên.ci.a

Substantivo feminino. Do latim resilientĭa, resilīre (saltar para trás, recusar vivamente). Capacidade de resistência de um material ao choque que é medida pela energia necessária para produzir fratura em um material com dimensões determinadas. Energia potencial acumulada por unidade de volume em uma substância elástica, quando deformada. Capacidade de defesa e recuperação perante fatores ou condições adversas. MinhaContinuar lendo “Re.si.li.ên.ci.a”

Percepção Subjetiva de Esforço

A Percepção Subjetiva de Esforço – PSE, tem como objetivo medir a intensidade do esforço realizado no exercício atribuindo valores quantitativos baseados no ritmo e na profundidade da Frequência Ventilatória – FV ou “Frequência Respiratória”, bem como na Capacidade de Verbalizar – CV durante o estímulo ou logo após o mesmo. Essa metodologia fornece umContinuar lendo “Percepção Subjetiva de Esforço”